Contista, cronista, ensaísta e crítico.
Foi director do Diário Popular entre 1946 e 1953 e colaborou na página literária do Diário de Notícias, dirigida por Natércia Freire. A partir de 1984 dirigiu o Centro de Estudos Luso-Brasileiros do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa. Homem de teatro, foi um dos fundadores do Teatro Experimental de Lisboa e colaborou no Dicionário de Teatro Português dirigido por Luiz Francisco Rebello.
Foi director literário de empresas editoras de Lisboa e do Rio de Janeiro. Dirigiu uma «Antologia da Terra Portuguesa» em dezanove volumes – com Cabral do Nascimento, Urbano Tavares Rodrigues, Jaime Lopes Dias, A. de Magalhães Basto, Vasco Miranda, David Mourão-Ferreira, A. Côrtes Rodrigues, Tomaz Ribas e outros –, quatro dos quais são dele: O Minho (1965), toda a África Portuguesa, Macau e Timor. Organizou também as antologias, Raúl Brandão (1960) e O Natal na Poesia Portuguesa (1987).
Sócio efectivo da Academia das Ciências de Lisboa e sócio correspondente da Academia Brasileira de Letras. Doutor honoris causa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Luís Augusto de Sampaio Forjaz de Ricaldes Trigueiros é filho do contista Luís Trigueiros e irmão do poeta Miguel Trigueiros.
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