Igualmente importantes são as facetas do dramaturgo, dos mais impressionantes da história do nosso teatro (desde Jacob e o Anjo, 1940, passando por Benilde ou a Virgem-Mãe, 1947, e El-Rei Sebastião, 1949). Nestas peças retoma temas de sempre, tais o da morte e ressurreição (em seu valor simbólico), o sofrimento como valor de redenção, a auto-superação pela lenta aceitação – com sofrimento – de valores mais altos a que, apesar de tudo, se resiste.
A obra de Régio admite várias leituras de uma grande riqueza, uma das quais pode muito bem ser a de um eloquente e dilacerado relato das dificuldades com que o convívio humano se depara: convívio do homem com os outros homens, consigo próprio e com um transcendente qualquer.













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