De carácter inconformista e combativo, viveu emocionalmente as lutas do advento e pós-advento da República. Aos 24 anos emigrou para Luanda, onde se revelou um habitante incómodo para a sociedade padronizada da cidade. A sua produção assume diversas formas, desde o ensaio bibliográfico à conferência, da reportagem ao estudo da historiografia angolense.
A sua obra, distribuída em jornais e revistas e mais tarde compilada em volumes, é toda ela uma grande crónica de Angola do passado; durante a sua estada angolana colaborou nos jornais A Província de Angola, Faíscas, O Sport de Luanda, Mocidade, A Pátria, Comércio de Angola, Situação, Última Hora (que depois viria a chamar-se Diário de Luanda), Notícia, e nas revistas Notícia, Angola Ilustrada e Actividade Económica de Angola.
Com Virgílio Cidrais fundou a revista Ki-Ki-Ri-Ki. Nos últimos anos da sua permanência em África, escreveu activamente na revista Notícia. Destacam-se da sua bibliografia valiosos estudos sobre a imprensa angolana.














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