Foi, em 1919, director-geral da Fazenda Pública, e, mais tarde, secretário-geral do Ministério das Finanças quando o ministro era Oliveira Salazar. Em 1950 publicou as suas Memórias da Vida Pública. Colaborou no Diário da Tarde e no Jornal do Comércio e fundou O Cronista (Lisboa, 1958).
Além de algumas obras de tema jurídico e político (Política Republicana em Matéria Eclesiástica, 1912; O Imperialismo da Rússia, 1951), deixou os seguintes estudos literários: O Romance, 1935; O Romance no Século XVII, 1938; Dom Quixote (Análise Crítica), 1942; Camilo Romântico, 1947; Dom João, Tipo de Sedutor de Mulheres (Ensaio sobre Tirso de Molina), 1960.








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