Poetisa, crítica literária e autora de literatura infanto-juvenil.
Licenciada em Filologia Românica, foi professora no ensino básico e secundário.
Fez crítica de livros no jornal Tempo, trabalhou na RTP na área infanto-juvenil, colaborou na rádio e escreveu poemas para canções. Em 1977 fundou e dirigiu o jornal Vento Novo (Sacavém), tendo colaborado nas revistas Flama e Mãos de Fada e nos jornais Diário de Notícias, Despertar, Ecos de Belém, Jornal da Beira, Voz da Beira, Tribuna de Canas, O Educador, Gazeta do Sul, Ao Largo, Notícias de Gouveia, Escola Nova, O Nabão, Notícias da Azambuja e Escola Remoçada.
Em colaboração com as autarquias faz a divulgação do livro e da leitura em escolas do ensino básico e secundário. Publicou contos e fichas de trabalho para o ensino básico e tem textos incluídos em manuais escolares. Está representada em várias antologias.
Segundo Maria Rosa Colaço, «obreira discreta de uma obra vasta e séria, em que é urgente repararmos, Natália Miranda escreve sobre a vida com palavras de sol. A poesia dos seus textos acende a esperança e devolve a quem lê os espaços da fraternidade possível. E necessária.»
E sobre a sua poesia afirma José do Carmo Francisco: «partindo de um espanto amarrotado a voz poética da autora teima e canta. Canta apesar da “mentira”, da “fadiga” e do “sal” que envenenam a paisagem das relações humanas.»
Alguns dos seus livros têm sido objecto de teses de licenciatura.
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