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Empenhado nos ideais de Liberdade e Justiça social, inseparáveis da sua concepção de Democracia, participou activamente no movimento da Oposição Democrática em 1945 contra o regime de ditadura de Salazar. Nas colunas do diário República, dirigido então por Carvalhão Duarte, deu provas mais uma vez da sua aguerrida faceta de jornalista panfletário ganhando uma aura de popularidade invulgar. O seu nome tornou-se uma lenda viva, quando o República inseria os seus artigos contundentes. O jornal era então anunciado pelos ardinas de Lisboa com este pregão «Fala o Rocha!», seguido da observação «Está o Salazar à brocha!», dita em surdina, não fosse algum ouvido indiscreto escutá-la. Nesses dia o jornal era disputado pelo público esgotando-se rapidamente. A partir de meados da década de 30 escreveu também n’ O Primeiro de Janeiro colaboração que se veio a prolongar para além da sua morte, pois deixou mais de duas dezenas de artigos para publicação. O mérito dos seus trabalhos de investigação histórica impôs a sua entrada para a Academia das Ciências. Por expressa vontade testamentária a sua biblioteca transitou para a benemérita instituição A Voz do Operário (Lisboa).

Centro de Documentação de Autores Portugueses

05/1999

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