0
O seu carrinho

Empregado de escritório e contabilista, dá-se a conhecer, desde 1932, com curtas narrativas de ficção em O Diabo e no Jornal Ilustrado. Estreia-se em 1945 com um romance de tintas neo-realistas, a que se seguem outros em quase quarenta anos de perquisição familiar e religiosa da classe média portuguesa.
in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. IV, Lisboa, 1997

Avaliações

Ainda não existem avaliações.

Seja o primeiro a avaliar “AS IMAGENS DESTRUIDAS FAURE DA ROSA”

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *