Empregado de escritório e contabilista, dá-se a conhecer, desde 1932, com curtas narrativas de ficção em O Diabo e no Jornal Ilustrado. Estreia-se em 1945 com um romance de tintas neo-realistas, a que se seguem outros em quase quarenta anos de perquisição familiar e religiosa da classe média portuguesa.
in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. IV, Lisboa, 1997







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