De seu verdadeiro nome Luís Chaves de Oliveira, licenciou-se em Ciências Económicas e Financeiras. Foi subdirector da Casa de Portugal em Paris e colaborou em Diário de Notícias, Diário da Manhã, Távola Redonda (de que foi co-director) e Graal.
Saudado pela crítica como dotado de excepcionais dons, apesar de ser escassa a obra publicada, o fio natural dos seus poemas surge concentrado sobre o tema do silêncio e da morte, cortado por uma urgência de inteligibilidade que se concentra nos refrãos, construindo os poemas por vezes em dois planos.








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