Enviado pela direcção comunista a Moscovo em 1935, aí frequentou um curso de formação política. Regressou ao país em 1937 e foi colocado como responsável na região de Lisboa. Preso uma primeira vez em 1938 pela polícia política, foi enviado para o campo de concentração do Tarrafal, no arquipélago de Cabo Verde, tendo encetado ao longo da sua vida de militante comunista na clandestinidade algumas espectaculares fugas e evasões.
A sua obra publicada é, pois, um repositório da história contemporânea, cujo cunho autobiográfico salienta. Redactor e fundador, com outros companheiros, do jornal clandestino O Camponês, nos anos 40, publicou uma colectânea de Poemas (1976) e a obra Uma Vida na Revolução (1977).








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