Chegados à Guarda, capital de 54, começam as verdadeiras atribulações. Como resolverá o Sr. Moroto os seus problemas de comerciante num mundo onde o dinheiro, a compra e a venda não existem? Que fazer, por exemplo, “da sola de cortiça Moroto, a mais rápida, a mais leve, a única que flutua?” ou do “protector para solas Moroto, em aço blindado, o mais garantido porque o mais duro, e o mais duro porque o mais puro?”.
As situações difíceis, complicadas, incompreensíveis repetem-se. As visitas à Fábrica de Música, ao Compêndio Geral, ao Conservatório da Moeda, etc, são tantas outras surpresas.








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