A partir dos anos 50 e até 1974, acumulou o trabalho de redactora e ilustradora com o de direcção de revistas da Mocidade Portuguesa Feminina: Lusitas e Fagulha, num total de 696 números. Enquanto Lusitas (1.º número: 1958) se dirigia a um público infantil e acima de tudo feminino, Fagulha (que a Autora dirigiu a partir de 1957) procurava interessar jovens de ambos os sexos. Devido a esta circunstância, a sua importância na dinamização da banda desenhada portuguesa, antes do 25 de Abril, é hoje reconhecida.
É autora de vários livros destinados a crianças e a jovens. Ilustrou o livro de Maria Isabel de Mendonça Soares, Maria Cheia de Graça.
Bibliografia selectiva: Nas grutas maravilhosas (1938), Lisboa: Ed. Europa, 1938; Contos de Natal (1956), Lisboa: Mocidade Portuguesa Feminina; A casa da falésia (1972), Lisboa: Verbo; O iate afundado (1982), Lisboa: Sampedro; Navio à deriva (1984), Lisboa: Sampedro.










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