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Senhora de uma obra com uma energia sem paralelo, Maria Velho da Costa é responsável por alguns dos romances mais importantes do panorama literário contemporâneo, como Maina Mendes (1969), Casas Pardas (1977), ou Missa in Albis (1988), bem como por várias obras de prosa poética, contos, crónicas, análise social e, mais recentemente, teatro (Madame, de 1999, em que faz encontrar em cena duas personagens femininas dos autores maiores do realismo em língua portuguesa: Eça de Queirós e Machado de Assis).

Foi galardoada, em 1997, com o Prémio Vergílio Ferreira, da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra. Em 2002 recebeu o Prémio Camões. Em 2020 a Sociedade Portuguesa de Autores «decidiu criar, com periodicidade anual, o Prémio Literário Maria Velho da Costa, homenageando a escritora que foi cooperadora destacada e exemplar.»
in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. VI, Lisboa, 1999 (actualizado em Janeiro de 2020).

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