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Médico-cirurgião e investigador, foi director dos Hospitais Civis e da Faculdade de Medicina de Lisboa. Introduziu em Portugal a especialidade de urologia e inventou um método de urorritmografia.

Em numerosas conferências e ensaios tratou temas literários e é considerado um dos grandes críticos de arte portuguesa, devendo neste caso destacar-se títulos como: A Torre de Belém, 1922; Álvaro Pires de Évora, 1922; As Tapeçarias da Tomada de Arzila, 1925; L’Homme et la Mer dans l’Art Portugais, 1935; L’Art Portugais, 1938; Nuno Gonçalves, o Maior Pintor Peninsular até ao Século XVII, 1939; Os Primitivos Portugueses, 1940; A Escultura em Portugal, 2 vols., 1948-1950; O Estilo Manuelino, 1952; O Românico em Portugal, 1956; O Azulejo em Portugal, 1957; Oito Séculos de Arte Portuguesa. História e Espírito, 1963-1970.

Em colaboração com sua mulher, Irene Quilhó dos Santos, publicou Ourivesaria Portuguesa nas Colecções Particulares, 2 vols., 1959-1960. Em 1959, com Hernâni Cidade e Bernardo Marques, foi um dos directores da «revista de artes e letras» Colóquio, editada pela Fundução Gulbenkian e que lhe prestou, na data da sua morte, justa homenagem (n°. 59, Junho 1970).

in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. III, Lisboa, 1994

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