Deputado, governador civil e poeta, dirigiu a revista País de Turismo, juntamente com António Carneiro.
A sua poesia neo-romântica, onde se manifesta muito a influência de João de Deus, chegou a ser, no seu tempo, celebrada, sobretudo pelos seus aspectos lirico-satíricos. No dizer de Júlio Brandão, «a sua forma é variada de ritmos e de metros – ondulante, musical, duma euritmia perfeita». E, segundo Júlio Dantas, «as musas do Tavares, a que presidia Rafael Bordalo, glorificaram-no».
in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. II, Lisboa, 1990









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