O convívio com Battelli iniciou-se no último ano da vida da autora, ano de que se conhece um diário (Diário do Último Ano), quando Florbela retoma a poesia e a revista Portugal Feminino publica alguns dos seus sonetos e contos. Por mão de Guido Battelli, o livro Charneca em Flor, cujas provas Florbela ainda revira, é publicado no início de Janeiro de 1931. No mesmo ano surgem novas edições do Livro de Mágoas e do Livro de Soror Saudade, o póstumo Juvenilia e Cartas de Florbela Espanca a Dona Júlia Alves e a Guido Batelli, uma segunda edição de Charneca em Flor, com vinte e oito sonetos inéditos (Reliquiae) e os contos de As máscaras do destino. Todos os seus livros de poesia serão reeditados num só volume, Sonetos Completos em 1934, com prefácio de José Régio.
Florbela nunca se integrou em nenhum grupo literário, nem nunca foi solicitada a colaborar em qualquer periódico relevante; e em 1916 integra-se no apoio da nossa poesia neo-romântica à beligerância de Portugal com os poemas de mais um malogrado livro: Alma de Portugal.








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