Contista de inspiração regionalista (Estremadura litoral), parece haver muito de autobiográfico nos quadros de costumes populares, descritos com argúcia, nos dois livros de contos que deixou: Gente de Vieira, 1943?, e A Vida Começou assim, 1944, obras que pela oralidade e o ambiente, lembram, sem perda de individualidade, José Loureiro Botas, seu patrício e coetâneo. Na mesma linha, Praia da Vieira. Sua Pena e Sua Glória, 1950, em forma de palestra.
António Vitorino estreara-se em 1930 com os versos de Chuva de Maio, prefaciado por mestre Araújo Pereira, que o iniciou na arte teatral em que serviu como amador. Figura na antologia Os Melhores Contos Portugueses – 3ª. série, de João Pedro de Andrade.
in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. III, Lisboa, 1994






Avaliações
Ainda não existem avaliações.