Um dos mais significativos nomes da segunda geração do Integralismo Lusitano, que abraçou ainda estudante na Faculdade de Letras de Lisboa (curso de Filologia Românica).
Destacou-se como publicista, enquanto director da Nação Portuguesa (cargo onde sucede a António Sardinha) e nos jornais A Voz e Época. Neles contribuiu para a crítica ao regime republicano, que criou o clima para o 28 de Maio. Dirigiu posteriormente vários órgãos ligados ao movimento monárquico e ao Estado Novo, como a Revolução Nacional, o Diário da Manhã e o semanário Acção.
Foi director do Arquivo Ultramarino e deputado na Assembleia Nacional.
Como historiador, dedica-se especialmente ao período de ouro dos séculos XV a XVII e ao tema da expansão ultramarina. A sua grande obra neste campo é a História da Expansão Portuguesa no Mundo (3 vols.), por ocasião das comemorações dos centenários de 1940.
É um dos nomes que mais contribuem para afirmar a visão da «História da Expansão» ligada ao Estado Novo, com as suas obras escritas em estilo popular, divulgadoras mais que inovadoras, fortemente patrióticas e nacionalistas.
in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. IV, Lisboa, 1997








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