Apenas D. João I, os infantes e o Conselho do Rei conheciam o objectivo: Ceuta, a chave do Mediterrâneo governada por Salah bem Salah e principal empório comercial do reino de Fez, e base dos navios corsários marroquinos que atacavam a navegação que do Mediterrâneo seguia para a Europa atlântica.
Foi esta a primeira acção da expansão de Portugal e da Europa no mundo extra-europeu











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