Ficcionista, poeta, dramaturga, tradutora.
De seu nome verdadeiro Dagmar Joyce Damas Mora, estreou-se nas letras aos 41 anos de idade. Em 1959 foi nomeada membro da comissão de leitura das Bibliotecas Gulbenkian, cargo que exerceu até 1975. A sua ficção para adultos transmite vivências incompletas, conflituosas e trágicas, fruto das convenções sociais. Esta dor intensa prevalece igualmente na voz da poetisa.
A partir de 1970, Patrícia Joyce vai dedicar a sua actividade literária às crianças. Estas obras, algumas de inspiração bíblica, revelam um profundo conhecimento do mundo infantil. Em 1973 a Direcção de Educação Permanente patrocina duas peças de teatro que testemunham novamente a preocupação em seduzir através do sonho e evasão o público mais novo.
Colaborou no jornal A Canca – dirigido por Maria do Carmo Rodrigues – e escreveu uma mensagem de Natal para a inauguração da Biblioteca «O Jardim» da Ribeira Brava.










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